Por qué la piel deja de repararse igual a partir de los 40

Porque é que a pele deixa de se reparar da mesma forma a partir dos 40

by Belén
Porque é que a pele deixa de se reparar da mesma forma a partir dos 40

Até aos 40 anos, a pele repara quase tudo o que lhe acontece. Substitui parte do colagénio danificado, renova a epiderme e neutraliza grande parte dos compostos oxidativos que o seu próprio metabolismo gera. Por isso, uma noite mal dormida, uma exposição ao sol ou um produto agressivo notam-se, mas costumam resolver-se por si só em poucos dias.

Essa capacidade não desaparece de repente aos quarenta anos. Vai-se tornando, pouco a pouco, menos eficiente. A pele demora mais tempo a recuperar depois de uma agressão e começa a mostrar com mais clareza o efeito acumulado do sol, da inflamação e das alterações hormonais.

Compreender o que falha exatamente nesse processo de reparação, e que parte depende da genética, qual do sol acumulado e qual pode realmente ser trabalhada, muda por completo a forma como se cuida da pele a partir desta etapa.

Envelhecimento intrínseco e extrínseco: dois relógios diferentes

Para compreender este processo, convém distinguir duas formas de envelhecimento que avançam ao mesmo tempo, mas não têm a mesma origem.

Tipo De que depende
Envelhecimento intrínsecoDa passagem do tempo, da genética e das alterações fisiológicas do organismo. Avança de forma progressiva e surge mesmo em zonas que nunca são expostas ao sol.
Envelhecimento extrínsecoDas exposições acumuladas ao longo da vida: a radiação ultravioleta, o tabaco e a poluição. Também influenciam a falta de sono e certos padrões alimentares.

A diferença entre uma zona protegida e outra habitualmente exposta permite observar o peso real dos fatores ambientais. Num estudo com 298 mulheres caucasianas, uma maior exposição solar foi associada a mais rugas, perda de firmeza, alterações vasculares e pigmentação irregular (Flament et al., 2013).

Nem todo o envelhecimento visível pode ser evitado, mas uma parte importante depende de fatores sobre os quais é possível atuar.

Como a pele muda década a década

As alterações visíveis não surgem de um dia para o outro. Antes de uma ruga ficar marcada ou de uma mancha demorar meses a esbater, os tecidos já andam anos a modificar-se em silêncio.

A genética, o sol acumulado, o tabaco e as alterações hormonais influenciam tanto o momento em que surgem os primeiros sinais como a velocidade com que avançam. As idades que se seguem são uma orientação, não um calendário.

Idade O que acontece O que se começa a notar
30 a 35A síntese de colagénio diminui de forma progressiva e a renovação da epiderme começa a tornar-se mais lenta.Primeiras linhas em zonas de movimento repetido e uma recuperação menos imediata depois de dormir mal.
35 a 40O dano solar acumulado torna-se mais evidente e aumenta a atividade das enzimas que degradam o colagénio (Pittayapruek et al., 2016).Textura menos uniforme, tom desigual e linhas de expressão que demoram mais tempo a desaparecer.
40 a 45A junção entre a epiderme e a derme começa a achatar-se e a matriz dérmica renova-se com menos eficácia.Maior tendência para a secura, perda gradual de densidade e poros mais visíveis.
45 a 52Em muitas mulheres, a queda dos estrogénios durante a transição menopáusica soma-se ao envelhecimento intrínseco e ao dano acumulado.Pele mais seca ou reativa e rugas que começam a manter-se com o rosto em repouso.
A partir dos 55A renovação epidérmica é mais lenta e a barreira torna-se mais frágil.Secura persistente, menor elasticidade e manchas que demoram mais tempo a esbater.

A alteração biológica precede sempre a alteração visível. Por isso, a faixa dos 45 aos 52 anos é percebida como um ponto de viragem: não é que o envelhecimento comece nessa altura, é que vários processos coincidem ao mesmo tempo.

A superfície renova-se mais devagar

A epiderme funciona como uma cinta contínua. Os queratinócitos nascem na camada basal, ascendem enquanto se diferenciam e terminam como corneócitos na superfície, de onde se desprendem. Esse ciclo alonga-se de forma progressiva com a idade (Grove, 1989).

A renovação torna-se mais lenta. Os corneócitos permanecem mais tempo na superfície antes de se desprenderem. Quando se acumulam de forma irregular, a pele reflete pior a luz e pode parecer mais opaca ou áspera, mesmo sem rugas novas.

A barreira perde capacidade de resposta. O problema geralmente não é perder mais água em condições normais, mas sim demorar mais tempo a recuperar a função de barreira depois de uma agressão, como um produto de limpeza agressivo ou um ambiente muito seco (Ghadially et al., 1995; Boireau-Adamezyk et al., 2014).

Diminui o fator natural de hidratação. Dentro do corneócito há uma mistura de aminoácidos e ureia, derivada em grande parte da filagrina, que ajuda a captar e reter água. Quando diminui, a pele pode sentir-se tensa mesmo com creme aplicado.

A junção entre epiderme e derme achata-se. Essa superfície ondulada aumenta a área de contacto entre as duas camadas. Ao reduzir-se, a pele perde parte da sua resistência à fricção e adquire um aspeto mais fino e frágil.

Nesta etapa, a constância protege mais do que a intensidade: repor água e lípidos (ceramidas, colesterol, ácidos gordos, ureia, glicerina) rende mais do que uma esfoliação intensa e pouco espaçada.

O fibroblasto e a matriz que o sustenta

Costuma dizer-se que, com a idade, diminui o colagénio. Mas antes de isso acontecer, mudam as condições que permitem que as células responsáveis por produzi-lo funcionem normalmente. Essas células são os fibroblastos, que dependem continuamente dos sinais mecânicos que recebem do tecido que os rodeia, através de proteínas de ancoragem como as integrinas.

O que o fibroblasto fabrica O que proporciona
ColagénioProporciona resistência à pele.
ElastinaÉ responsável pela elasticidade.
Ácido hialurónicoAjuda a manter a hidratação.
ProteoglicanosOrganizam toda esta estrutura.

A perda de colagénio não começa aos 40 anos: é um processo gradual que ocorre ao longo de décadas (Shuster et al., 1975). O que muda com o tempo é o equilíbrio. Diminui o número de fibroblastos e aumenta a presença de células senescentes, que continuam vivas mas libertam substâncias que favorecem a inflamação e a degradação da matriz (Franco et al., 2022; Zhang et al., 2024). O fibroblasto produz menos colagénio enquanto aumenta a atividade das enzimas que o degradam (Rittié e Fisher, 2015).

Ao contrário do colagénio, a elastina é produzida sobretudo durante o desenvolvimento e os primeiros anos de vida. Na idade adulta, a capacidade de gerar novas fibras elásticas é muito limitada, por isso, quando se fragmentam, praticamente não podem ser substituídas (Heinz, 2021). Com os anos, a sua distribuição também diminui, e as linhas finas tornam-se mais visíveis (Papakonstantinou et al., 2012).

A perda de firmeza não depende apenas de ter menos colagénio. Também influi o facto de esse colagénio estar pior organizado e de a própria pele ter cada vez mais dificuldade em repará-lo.

Quatro processos que aceleram o relógio

Depois dos 40 anos, as alterações visíveis raramente têm uma única causa. Vários processos evoluem em paralelo e acabam por se reforçar mutuamente. Por isso, o envelhecimento cutâneo não pode ser abordado atuando apenas sobre o colagénio ou com um único ativo.

Processo O que acontece O que ajuda
Stress oxidativoO metabolismo mitocondrial e a radiação ultravioleta geram espécies reativas de oxigénio que aumentam as enzimas que degradam o colagénio e travam a sua síntese.Fotoproteção, antioxidantes tópicos e alimentação rica em antioxidantes.
FotoenvelhecimentoA radiação UVB danifica o ADN da epiderme, a UVA atinge a derme e gera radicais livres, e a luz visível de alta energia estimula a pigmentação em fototipos intermédios e altos.Fotoproteção diária de amplo espectro e fotobiomodulação como apoio à reparação.
GlicaçãoA glicose reage com os aminoácidos das proteínas e forma pontes cruzadas irreversíveis entre fibras de colagénio e elastina, que se tornam mais rígidas.Bom controlo da glicemia e alimentação equilibrada.
Inflamação crónica de baixo grauAs células senescentes segregam mediadores inflamatórios de forma constante, sem sintomas visíveis, que degradam a matriz que as rodeia.Sono adequado, exercício regular e um padrão alimentar saudável.
O corpo também conta: o exercício regular, incluindo o treino de força, pode favorecer a qualidade da pele ao melhorar a saúde metabólica, a circulação e o ambiente inflamatório.

Porque é que as manchas não respondem todas da mesma forma

Quando surge uma mancha, costuma pensar-se que o problema é produzir demasiada melanina. A outra metade consiste em eliminar esse pigmento, e é precisamente essa parte que muda com a idade.

Primeiro produz-se. O melanócito fabrica melanina quando a pele recebe radiação ultravioleta ou sofre inflamação, e depois transfere-a para os queratinócitos como proteção natural (Yuan e Jin, 2018).

Depois deve ser eliminada. A melanina desaparece quando esses queratinócitos ascendem e se desprendem. A partir dos 40 anos, a renovação torna-se mais lenta e o pigmento permanece visível durante mais tempo.

Por vezes chega à derme. Parte da melanina pode atravessar a membrana basal e ficar retida na derme, onde já não existe uma renovação celular capaz de a eliminar. Por isso, algumas manchas respondem pouco à cosmética.

Tipo O que a produz Porque volta
Lentigo solarDano solar acumulado durante anos.A população de melanócitos dessa zona fica alterada de forma estável e volta a pigmentar todos os verões.
MelasmaInteração entre hormonas, radiação ultravioleta e luz visível.Tem componente dérmico, com membrana basal alterada, que responde pior e explica a recidiva.
Hiperpigmentação pós-inflamatóriaInflamação por acne, depilação ou outras lesões.Numa pele com renovação lenta, demora meses a esbater, ainda mais se o pigmento atingiu a derme.

A fotoproteção vai muito além dos raios UV. A luz visível representa cerca de 45% da radiação solar que chega à pele e contribui para o escurecimento das manchas, sobretudo em fototipos altos (Dumbuya et al., 2020). Os filtros com óxidos de ferro cobrem esse intervalo melhor do que um protetor mineral sem cor.

As manchas precisam de tempo. Um despigmentante atua sobre pigmento que tem de saír com a renovação epidérmica, por isso doze a dezasseis semanas é o mínimo razoável para avaliar o resultado.

Erros frequentes que atrasam a reparação

Os seguintes surgem com regularidade e partilham a mesma causa: aplicam uma lógica que funcionava com outra biologia.

Confundir secura com falta de gordura. Esta secura resulta de uma barreira com menos ceramidas e de um fator natural de hidratação reduzido, não de falta de óleo. Um creme muito oclusivo melhora a sensação durante horas sem repor o que falta.

Esfoliar mais porque a pele parece opaca. Sobre uma barreira mais vulnerável, a esfoliação excessiva gera irritação, sobretudo combinada com retinoides. É preferível uma vez por semana no início.

Abandonar o retinoide demasiado cedo. As primeiras semanas cursam com descamação enquanto a epiderme se adapta. A resposta na derme mede-se a partir das doze semanas, não antes.

Cuidar apenas do rosto. O pescoço, o decote e o dorso das mãos têm uma derme mais fina e uma exposição solar equivalente à do rosto, mas ficam fora de quase todas as rotinas.

Que ativo atua sobre cada queixa

Não existe um único ativo capaz de melhorar todas as alterações associadas à idade. Uma rotina eficaz começa por identificar que processo se quer tratar, e combina poucos ativos com funções complementares e boa tolerância.

Se queres melhorar Ativos com melhor evidência
Perda de firmeza e rugasRetinoides, vitamina C, alguns péptidos e fotobiomodulação.
Secura e barreira alteradaCeramidas, colesterol, ácidos gordos, glicerina, ureia e niacinamida.
Textura irregularRetinoides, alfa-hidroxiácidos (AHA) e polihidroxiácidos (PHA), de forma gradual.
Manchas e tom desigualFotoproteção com cor se houver melasma, ácido azelaico, ácido tranexâmico e niacinamida.
Dano oxidativoFotoproteção, vitamina C e outros antioxidantes tópicos formulados de forma estável.

Os retinoides continuam a ser o ativo tópico com maior nível de evidência para o fotoenvelhecimento: estimulam a síntese de colagénio e reduzem a atividade das enzimas que o degradam. A vitamina C, além de atuar como antioxidante, participa na própria síntese de colagénio como cofator.

Fotobiomodulação: estimular a reparação natural

Os ativos tópicos atuam sobretudo na superfície da pele. Há um mecanismo diferente, que trabalha diretamente sobre a atividade do fibroblasto: determinados comprimentos de onda de luz LED atravessam a pele e são absorvidos pelas mitocôndrias, aumentando a produção de ATP.

Essa energia adicional pode favorecer a atividade do fibroblasto e ativar vias relacionadas com a síntese de colagénio, a reparação do tecido e a modulação da inflamação (Avci et al., 2013; Hamblin, 2017). Não fornece colagénio a partir do exterior: atua sobre as próprias células da pele para favorecer os seus mecanismos naturais de reparação.

Comprimento de onda O que atinge e o que favorece
470 nm · luz azulAção antibacteriana em pele com surtos pontuais de acne.
630 nm · luz vermelhaAtua a nível dérmico e favorece a atividade do fibroblasto.
830 nm · infravermelho próximoAtinge planos mais profundos da derme, relacionados com elasticidade e reparação.
930 nm · infravermelho médioReforça o trabalho sobre densidade e estrutura nos planos intermédios da derme.
1072 nm · infravermelho profundoAmplia o alcance da fotobiomodulação para estruturas ainda mais profundas.

Como se aplica na prática: rosto e corpo

Silicone LED Mask, para o rosto, o pescoço e o decote

A Silicone LED Mask combina os cinco comprimentos de onda anteriores num dispositivo flexível que se adapta ao rosto, ao pescoço e ao decote, com mais de 650 díodos que mantêm o contacto com a pele em toda a superfície para que a luz não se disperse pelo caminho, a potência mínima necessária para ativar a resposta celular em sessões de dez minutos.

Num teste de eficácia independente realizado em mulheres com mais de 40 anos, após oito semanas de utilização observaram-se estes resultados:

  • +30% mais firmeza no rosto
  • +19% mais elasticidade
  • +12% de aumento da espessura da derme
  • -18,6% na coloração das manchas
  • 20,3% de melhoria no sulco nasogeniano
  • 15,6% de melhoria nas rugas da testa
  • 12% de melhoria nas rugas do sobrolho

Incorpora-se como complemento da fotoproteção e da cosmética tópica, sem substituir nenhum destes cuidados: atua sobre um mecanismo diferente.

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Infrared LED Mat, a mesma biologia aplicada ao corpo todo

A pele do rosto não envelhece à margem do resto do corpo. A Infrared LED Mat leva o mesmo princípio a uma superfície corporal extensa, com mais de 3.700 pontos emissores em contacto direto com a pele, combinando luz vermelha, infravermelho próximo e infravermelho profundo em sessões de vinte minutos.

Os benefícios sobre a circulação e o descanso costumam ser percebidos desde as primeiras sessões. Os relacionados com a firmeza e a densidade da pele exigem continuidade e começam a ser avaliados a partir dos vinte e oito dias.

«Com um dispositivo local trabalha-se um ponto. Com a manta trabalha-se o contexto inteiro em que esse tecido vive, e em biologia o contexto é tudo.»

Blanca Miñano · CEO e fundadora da SKINVITY

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Quando convém consultar a tua dermatologista ou o teu dermatologista

Nada do que foi dito anteriormente substitui uma avaliação médica. Convém consultar o mais rápido possível perante qualquer um destes sinais.

  • Uma mancha nova, ou uma que muda de forma, cor ou tamanho. É o sinal que com mais frequência exige avaliação dermatológica.
  • Uma lesão que não cicatriza ao longo de várias semanas. Não convém tratá-la com cosmética à espera de que melhore por si só.
  • Comichão, sangramento ou dor numa zona concreta da pele. São sintomas que merecem revisão, não uma rotina mais intensa.
  • Qualquer dúvida genuína sobre uma alteração na tua pele. Perante a incerteza, o correto é perguntar antes de decidir um tratamento.
Este conteúdo tem fins informativos e não substitui uma avaliação médica.

Perguntas frequentes

O colagénio oral chega à pele?

O colagénio hidrolisado é digerido e transformado em pequenos péptidos. A hipótese com maior apoio é que alguns atuam como sinal para estimular o fibroblasto, mais do que como material que se incorpora diretamente à pele. Os estudos mostram melhorias discretas na hidratação e na elasticidade, dependendo do tipo de suplemento (Proksch et al., 2014).

É possível recuperar a elastina perdida?

Não de forma significativa. Ao contrário do colagénio, a elastina praticamente não se renova na vida adulta. A estratégia mais eficaz é proteger as fibras que ainda se conservam através de fotoproteção constante.

Faz sentido começar a usar um retinoide depois dos 45 anos?

Sim. Continua a ser um dos ativos com mais evidência para melhorar a textura e estimular a produção de colagénio, mesmo que nunca tenha sido usado antes. O importante é introduzi-lo de forma progressiva.

Porque é que a mesma mancha volta todos os verões no mesmo sítio?

Porque a população de melanócitos dessa zona ficou alterada de forma estável pela exposição acumulada. O tratamento pode esbatê-la, mas a fotoproteção diária continua a ser a ferramenta mais importante para evitar que reapareça.

Porque é que a pele parece diferente depois de uma única noite de sono mal dormido?

Dormir pouco não altera a estrutura da pele de um dia para o outro, mas altera de forma transitória a hidratação, a função de barreira e o tónus vascular. Numa pele com menos capacidade de reparação, essas alterações notam-se muito mais.

Cinco ideias para recordar

A pele continua a mudar depois dos 40 anos. Não deixa de produzir colagénio de um dia para o outro, mas a sua capacidade de se reparar diminui de forma progressiva.

Nem todas as alterações têm a mesma causa. A perda de firmeza, as manchas, a secura e as rugas não surgem por um único mecanismo.

Proteger continua a ser tão importante como tratar. A fotoproteção diária continua a ser a ferramenta mais eficaz para preservar o colagénio e prevenir manchas.

A constância importa mais do que a intensidade. As alterações na derme precisam de semanas ou meses para se tornarem visíveis.

A tecnologia pode complementar a rotina. A fotobiomodulação trabalha sobre mecanismos diferentes dos ativos tópicos, pelo que as duas estratégias se complementam.

Glossário rápido

Fibroblasto
Célula da derme responsável por produzir colagénio, elastina e ácido hialurónico.
Fator natural de hidratação
Mistura de aminoácidos e ureia dentro do corneócito que ajuda a captar e reter água.
Glicação
Reação entre a glicose e as proteínas da pele que forma pontes rígidas entre fibras de colagénio e elastina.
Melanócito
Célula responsável por fabricar melanina, o pigmento responsável pela cor da pele.
Fotobiomodulação
Estimulação celular através de comprimentos de onda de luz LED que favorece processos de reparação do tecido.

Em resumo

O envelhecimento cutâneo não avança a uma velocidade constante. O colagénio fragmentado deixa o fibroblasto com menos capacidade para manter a estrutura da derme, e cada perda dificulta a reparação seguinte. O pigmento, por sua vez, depende de uma renovação epidérmica que agora é mais lenta, por isso, mesmo com o tratamento adequado, as manchas precisam de tempo para melhorar. A pele não deixa de se reparar. Deixa de o fazer sozinha, e é aí que uma rotina bem escolhida e constante faz a diferença.

A equipa da SKINVITY

Referências científicas

As referências seguintes correspondem à evidência científica geral sobre o envelhecimento cutâneo citada neste artigo, e não a um estudo de eficácia de um dispositivo SKINVITY, salvo quando expressamente indicado.

  • Flament F, Bazin R, Laquieze S, et al. Effect of the sun on visible clinical signs of aging in Caucasian skin. Clin Cosmet Investig Dermatol. 2013;6:221-232.
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